terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Moção de Repúdio dos Centros Acadêmicos da Saúde à Congregação/Direção do ICS!


MOÇÃO DE REPÚDIO DOS CENTROS ACADÊMICOS DA SAÚDE À CONGREGAÇÃO/DIREÇÃO DO ICS.

Como mostrado domingo na reportagem do Fantástico as terceirizações da saúde apresentam muitos problemas por conta de que o objetivo principal de uma fundação pública, não é fazer caridade, pois como sua personalidade jurídica é privada, seu objetivo principal é o lucro. Não sabemos quem está por trás dessas fundações e empresas, e nada nos garante que a roubalheira e o serviço vai melhorar, portanto é uma tremenda contradição epistemológica e científica o ICS aprovar o apoio da UFPA a EBSERH. Convidam a reitoria, mas não convidam representantes dos sindicatos para debater o assunto. Não há um espaço com iniciativa do instituto para debater o assunto com a comunidade e ouvir a opinião de ambos os lados para que o estudante, professor e servidores ter a liberdade de decidir qual a melhor solução. 

O silêncio impera nas salas de aula quando se comenta sobre o assunto. É muito fácil se posicionar a favor, quando o próximo diretor é primo do reitor. E muito fácil votar a favor, quando se irá ocupar um cargo de pró-reitoria na universidade no próximo semestre. Os vícios da velha república se mantém. O carguismo, o clientelismo, o empreguismo, o medo de perder privilégios, as oligarquias se mantém nessas estruturas do poder, e tudo isso pesa na decisão de um voto. 

A que nos serve estudar de cabo a rabo o SUS, fazer brilhantes discursos em defesa nas salas de aula, se nossa prática revela o contrário? Do que nos diferenciamos dos corruptos que tanto repudiamos, se na prática fazemos os mesmos acordos políticos obscuros? Nos desculpem os professores do ICS que nos ensinaram a defender o SUS, mas essa decisão não representa os anseios da comunidade do Instituto de Ciências da Saúde. É uma polêmica que precisa ser analisada de forma muito sensível, precisamos aprofundar mais o debate para tomarmos a devida decisão, cada um pode até mudar de ideia se nos garantirem que nem o SUS e nem a constituição será ferida, mas até agora os estudantes não se convenceram. Se é pra ser a favor, que se debata na base e se tome a decisão de forma democrática, transparente e aberta com todos.

A Congregação do ICS é a favor, mas a comunidade do ICS será que é favor dessa decisão? A quanto estamos esclarecidos sobre o assunto? Qual o grau de acúmulo de discussão que teve na comunidade? Nenhum! E foi negado hoje na congregação a proposta de se adiar a decisão para se prolongar o debate, mas nem isso foi aceito. Falam tanto de democracia, mas todas as decisões se restringem a cúpula da congregação e dos colegiados. Diferentemente dos outros institutos, não existe eleição direta. O ICS é o instituto mais antidemocrático da UFPA, nós, estudantes, somos muito bem esclarecidos e preservamos nossa autonomia, e não massa de manobra da reitoria e do governo federal, como está sendo o ICS ao r a favor da política do governo federal e dos reitores. Vocês são massa de manobra do que representa o mais obscuro da velha política. 

Lutamos por autonomia e contra toda essa lógica da velha política, queremos ética na política na tomada das decisões, queremos autonomia, queremos liberdade para pensarmos e propormos o melhor para a sociedade sem que sejamos massa de manobra de governos e reitorias. Portanto os centros acadêmicos assinam esta carta em repúdio a decisão arbitrária desta congregação, e continuarão em mobilização e debatendo o assunto de cara limpa com os estudantes, inclusive iremos convidá-los para os espaços de debate, e que o instituto se faça presente para debater e nos convencer, pois nós estudantes não precisamos exclusivamente de professor para debater contra a EBSERH, temos muitos lutadores que tem a capacidade de debater o assunto de cara limpa, com fundamentação científica, polarizada, e a altura de qualquer professor dessa universidade. 

Assinamos esta carta e espero que o instituto não se esconda dentro dos gabinetes da universidade, e desça pra base pra se justificar.

ASSINAM ESTA CARTA:
CENTRO ACADÊMICO DE ENFERMAGEM – UFPA
CENTRO ACADÊMICO DE NUTRIÇÃO – UFPA
CENTRO ACADÊMICO LIVRE DE FARMÁCIA – UFPA
CENTRO ACADÊMICO LIVRE DE ODONTOLOGIA – UFPA
CENTRO ACADÊMICO DE FISIOTERAPIA – UFPA
CENTRO ACADÊMICO DE TERAPIA OCUPACIONAL - UFPA
CENTRO ACADÊMICO DE PSICOLOGIA NISE DA SILVEIRA - UFPA
DIRETÓRIO CENTRAL DOS ESTUDANTES DA UFPA

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Ritalina, a droga legal que ameaça o futuro!

Publicado em: http://outraspalavras.net/outrasmidias/destaque-outras-midias/ritalina-a-droga-legal-que-ameaca-o-futuro/



Com efeito comparável ao da cocaína, droga é receitada a crianças questionadoras e livres. Professora afirma: “podemos abortar projetos de mundo diferentes”

Por Roberto Amado, no DCM
É uma situação comum. A criança dá trabalho, questiona muito, viaja nas suas fantasias, se desliga da realidade. Os pais se incomodam e levam ao médico, um psiquiatra talvez.  Ele não hesita: o diagnóstico é déficit de atenção (ou Transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH) e indica ritalina para a criança.
O medicamento é uma bomba. Da família das anfetaminas, a ritalina, ou metilfenidato, tem o mesmo mecanismo de qualquer estimulante, inclusive a cocaína, aumentando a concentração de dopamina nas sinapses. A criança “sossega”: pára de viajar, de questionar e tem o comportamento zombie like, como a própria medicina define. Ou seja, vira zumbi — um robozinho sem emoções. É um alívio para os pais, claro, e também para os médicos. Por esse motivo a droga tem sido indicada indiscriminadamente nos consultórios da vida. A ponto de o Brasil ser o segundo país que mais consome ritalina no mundo, só perdendo para os EUA.
A situação é tão grave que inspirou a pediatra Maria Aparecida Affonso Moysés, professora titular do Departamento de Pediatria da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp, a fazer uma declaração bombástica: “A gente corre o risco de fazer um genocídio do futuro”, disse ela em entrevista ao  Portal Unicamp. “Quem está sendo medicado são as crianças questionadoras, que não se submetem facilmente às regras, e aquelas que sonham, têm fantasias, utopias e que ‘viajam’. Com isso, o que está se abortando? São os questionamentos e as utopias. Só vivemos hoje num mundo diferente de mil  anos atrás porque muita gente questionou, sonhou e lutou por um mundo diferente e pelas utopias. Estamos dificultando, senão impedindo, a construção de futuros diferentes e mundos diferentes. E isso é terrível”, diz ela.
O fato, no entanto, é que o uso da ritalina reflete muito mais um problema cultural e social do que médico. A vida contemporânea, que envolve pais e mães num turbilhão de exigências profissionais, sociais e financeiras, não deixa espaço para a livre manifestação das crianças. Elas viram um problema até que cresçam. É preciso colocá-las na escola logo no primeiro ano de vida, preencher seus horários com “atividades”, diminuir ao máximo o tempo ocioso, e compensar de alguma forma a lacuna provocada pela ausência de espaços sociais e públicos. Já não há mais a rua para a criança conviver e exercer sua “criancice.
E se nada disso funcionar, a solução é enfiar ritalina goela abaixo. “Isso não quer dizer que a família seja culpada. É preciso orientá-la a lidar com essa criança. Fala-se muito que, se a criança não for tratada, vai se tornar uma dependente química ou delinquente. Nenhum dado permite dizer isso. Então não tem comprovação de que funciona. Ao contrário: não funciona. E o que está acontecendo é que o diagnóstico de TDAH está sendo feito em uma porcentagem muito grande de crianças, de forma indiscriminada”, diz a médica.
Mas os problemas não param por aí. A ritalina foi retirada do mercado recentemente, num movimento de especulação comum, normalmente atribuído ao interesse por aumentar o preço da medicação. E como é uma droga química que provoca dependência, as consequências foram dramáticas. “As famílias ficaram muito preocupadas e entraram em pânico, com medo de que os filhos ficassem sem esse fornecimento”, diz a médica. “Se a criança já desenvolveu dependência química, ela pode enfrentar a crise de abstinência. Também pode apresentar surtos de insônia, sonolência, piora na atenção e na cognição, surtos psicóticos, alucinações e correm o risco de cometer até o suicídio. São dados registrados no Food and Drug Administration (FDA)”.
Enquanto isso, a ritalina também entra no mercado dos jovens e das baladas. A medicação inibe o apetite e, portanto, promove emagrecimento. Além disso, oferece o efeito “estou podendo” — ou seja, dá a sensação de raciocínio rápido, capacidade de fazer várias atividades ao mesmo tempo, muito animação e estímulo sexual — ou, pelo menos, a impressão disso. “Não há ressaca ou qualquer efeito no dia seguinte e nem é preciso beber para ficar loucaça”, diz uma usuária da droga nas suas incursões noturnas às baladas de São Paulo. “Eu tomo logo umas duas e saio causando, beijando todo mundo, dançando o tempo todo, curtindo mesmo”, diz ela.

II Congresso Internacional de Justiça Global e Educação em Direitos Humanos na Amazônia e III Fórum de Direitos Humanos e Cidadania da Amazônia



É com muita satisfação que convidamos à toda comunidade acadêmica, ONG´s, grupos de pesquisa, movimentos sociais, coletivos artísticos e políticos e instituições governamentais a contribuirem com os diálogos que ocorrerão nos próximos dias 04 a 06 de dezembro de 2013, por ocasião do III Fórum de Direitos Humanos e Cidadania e do II Congresso Internacional de Justiça Global e Educaçao em Direitos Humanos, auxiliando-nos a estender o convite à todos os parceiros possíveis para a construção e participação de redes de defesas em direitos humanos.

O Lajusa - Laboratório de Justiça Global e Educação em Diretos Humanos na Amazônia, preocupado em conciliar teoria e prática em suas atividades, traz para esta edição do evento a presença de Mario Lopez Garrelli, representante da Comissão Interamericana de Direitos Humanos - CIDH, que tratará sobre o Informe Latinoamericano acerca dos Defensores de Direitos Humanos Ameaçados de Morte, e ainda, sobre os desafios processuais para a proteção de direitos no sistema interamericano.

Evidencia-se um momento histórico no Estado do Pará, pois será a primeira vez que a Relatoria de Defensores de Direitos Humanos da CIDH virá ao Brasil e, principalmente, se fará presente na Amazônia, através da Universidade Federal do Estado do Pará, articulando politicamente a região norte brasileira à proteção internacional de direitos pelo sistema interamericano.

No exercício deste ato político, o Lajusa, juntamente com movimentos sociais, está preparando o Informe de Violações de Direitos sobre algumas para procedermos ao seguimento processual de denúncia internacional decorrente de nossa realidade marcada pela ofensa ao meio ambiente e populações tradicionais, exploração sexual de crianças e adolescentes e pelos vários crimes conexos aos conflitos agro-ambientais.

Neste sentido, o evento está composto de dois momentos: o III Fórum de Direitos Humanos e Cidadania, pensado em formato de fóruns de debates, para problematizarmos os desafios para a proteção de direitos no Pará, o qual estamos buscando mobilizar uma ampla participação da comunidade acadêmica e dos movimentos sociais; e o II Congresso Internacional de Direitos Humanos destinado aos jogos e as trocas do pensamento crítico-teórico para a proposição de novas metodologias de reconhecimento de fontes de direitos a partir das práticas sociais onde os embates políticos e econômicos ceifadores de vida emergem, principalmente nas áreas de conflito em torno da terra no Pará.

Como tendência dos eventos do Lajusa, a proposta é dar seguimento às discussões iniciadas nas edições anteriores e pensar estratégias para construção estratégias de enfrentamento às violações de direitos decorrentes de processos judiciais problemáticos diante do decisionismo judicial.


Para desenvolver seus objetivos, o Lajusa produz pesquisas em parceria com as Universidades Federais de Pernambuco, Rio de Janeiro, Brasília e Mato Grosso, além das Universidades internacionais de Salamanca, Complutense de Madrid, Valladollid e Frankfurt, agregando psicólogos, pedagogos, cientistas sociais, juristas e filósofos no intuito de disparar resignificâncias da dogmática no reconhecimento de fontes de direitos heterogêneos e em diferentes níveis para a necessária releitura dos moldes formais de vinculação da jurisdição constitucional na busca de reconhecimento e valorização das práticas sociais das parcelas das populações diretamente relacionadas com as áreas de conflito e de violação agressiva dos princípios constitucionais da dignidade humana, como fonte de potência para o reconhecimento dos direitos. 

Assim, nesta busca incessante pelos espaços interinstitucionais e interdisciplinares e de extrapolação dos limites geográficos e culturais, o Congresso que ora anunciamos iniciará o período de debates que fluirá para o convênio internacional com a Universidade de Frankfurt com vistas ao intercâmbio de alun@s e professr@s nesta atividade de pesquisa.

Contamos com a participação docente de nossa universidade e o incentivo destes para a participação discente, com a respectiva compreensão das possibilidades e da importância para a formação acadêmica nas mais variadas áreas de ensino em nossa Universidade, visto que as temáticas e práticas desenvolvidas durante o evento são praticamente mínimas ou nulas no currículo da maioria dos cursos de formação de profissionais e pesquisadores nas chamadas ciências humanas, diametralmente oposto a importância de profissionais e pesquisadores que possam subsidiar a reflexão, a atuação e transformação em direitos humanos na Amazônia.

O Lajusa também lançou no dia 19 de novembro de 2013, o "DHiaLOGOS - local de direitos", como um espaço de vivências interrogativas entre docentes e discentes com vistas a seguirmos coletivamente abertos a este pensamento crítico proposto, e que ocorrerão mensalmente no auditório do Núcleo de Práticas Jurídicas (NPJ) da UFPA. 

Esperamos contar com a presença de tod@s para a construção de novas parcerias amparadas neste sentimento de comunidade que a Academia propõe.

Comissão Organizadora Lajusa
Grande abraço!

PROGRAMAÇAO 

III FÓRUM DE DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA DA AMAZÔNIA
AUDITÓRIO PROF. JOSÉ VICENTE MIRANDA FILHO - ICJ


02 A 04/12/13

8H – 12H – OFICINA DE GRAVURAS, DIREITOS HUMANOS E INTERVENÇAO URBANA. VAGAS LIMITADAS: 15 PARTICIPANTES.

04/12/13

17H – CONFERÊNCIA DE ABERTURA: “DEFENSORES DE DIREITOS HUMANOS E O RECONHECIMENTO DE DIREITOS NAS PRÁTICAS SOCIAIS”. PALESTRANTE: PEDRO PAULO GASTALHO BICALHO - DOUTOR EM PSICOLOGIA PELA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO. 

17:45H - DEBATES

18H – LANÇAMENTO DE LIVROS

18:30H - PALESTRA MUSICAL: “ARTE E DIGNIDADE”. SALOMAO HABIB. VIOLONISTA, ARTE- EDUCADOR E PESQUISADOR.

05/12/13

09H – FÓRUM “POPULAÇOES TRADICIONAIS E DESAFIOS À PROTEÇAO DE DIREITOS”. PALESTRANTES: ELIANE MOREIRA - DOUTORA EM DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO TRÓPICO ÚMIDO PELA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ; MOVIMENTOS SOCIAIS
.
10:30H - DEBATES

10:45H – INTERVALO 

11:00H - FÓRUM “TRABALHO ESCRAVO E A LUTA PELO DIREITO À MORADIA”. PALESTRANTES: VALENA JACOB - MESTRE EM DIREITO PELA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ; SOCIEDADE PARAENSE DE DEFESA DOS DIREITOS HUMANOS; DEFENSORES DE DIREITOS HUMANOS.

12:00H – DEBATES

14H - FÓRUM “GRAVES VIOLAÇOES AOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES”. PALESTRANTES: CELINA HAMOY - ESPECIALISTA EM DIREITO PELA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ. ADVOGADA DO MOVIMENTO REPÚBLICA DE EMAÚS; FCDA - FÓRUM ESTADUAL DO DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE. 

15:30H – DEBATES

15:45H - INTERVALO

16H - FÓRUM “CONFLITO AGRO-AMBIENTAIS, RESPONSABILIDADE SÓCIO-AMBIENTAL E A VIOLAÇAO AOS DIREITOS FUNDAMENTAIS”. PALESTRANTES: JOSÉ BENATTI - DOUTOR EM DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO TRÓPICO ÚMIDO PELA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ; LÚCIO FLÁVIO PINTO – JORNALISTA E SOCIÓLOGO; MOVIMENTOS SOCIAIS.

17:30H – DEBATES

17:45H – INTERVALO
18H – CONFERÊNCIA DE ENCERRAMENTO “LA SITUACIÓN DE LOS DEFENSORES DE DERECHOS HUMANOS EN LATINOAMÉRICA”. CONFERENCISTA: COMISSAO INTERAMERICANA DE DIREITOS HUMANOS: MARIO LOPEZ GARELLI.

19H – DEBATES.

PROGRAMAÇAO - “III CONGRESSO INTERNACIONAL DE JUSTIÇA GLOBAL E EDUCAÇAO EM DIREITOS HUMANOS NA AMAZÔNIA”

06/12/13

09H- CONFERÊNCIA INAUGURAL: “O PLANO NACIONAL E AS DIRETRIZES NACIONAIS DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS:DESAFIOS À IMPLANTAÇÃO". PALESTRANTE: AIDA MONTEIRO - DOUTORA EM EDUCAÇÃO PELA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO.

10H- DEBATES

10:15H- INTERVALO 

10:30H – MESA REDONDA “DESAFIOS DA EDUCAÇAO EM DIREITOS HUMANOS PARA O BRASIL E A AMÉRICA LATINA”. SALOMAO HAGE - DOUTOR PELA PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO EM PARCERIA COM A UNIVERSIDADE DE WISCONSIN-MADISON, ESTADOS UNIDOS; CELMA TAVARES – DOUTORA PELA UNIVERSIDADE DE SALAMANCA.

12:00H- DEBATES. 

14H- MESA REDONDA “CLÍNICA POLÍTICA DE ESCUTA E O ENFRENTAMENTO ÀS VIOLAÇOES DE DIREITOS”. PALESTRANTES: DOLORES GALINDO – DOUTORA EM PSICOLOGIA SOCIAL PELA PUC/SP; FLÁVIA LEMOS - PSICÓLOGA, DOUTORA EM HISTÓRIA CULTURAL PELA UNESP.

15:30H- DEBATES

!5:45H- MESA REDONDA “UNIVERSALIDADE, CULTURALIDADE E DIREITOS HUMANOS”. EMMANUEL ZAGURY TOURINHO – DOUTOR EM PSICOLOGIA PELA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO; ERNANI CHAVES – PÓS-DOUTOR EM FILOSOFIA PELA BAUHAUS UNIVERSITÄT WEIMER.

17:00H- DEBATES. 

17:15H – INTERVALO

17:30H – CONFERÊNCIA “PROTEÇAO MULTINÍVEL DE DIREITOS HUMANOS, LEGITIMIDADE DA JURISDIÇAO CONSTITUCIONAL E RECONHECIMENTO DE DIREITOS NAS PRÁTICAS SOCIAIS” CONFERENCISTA: PAULA ARRUDA - DOUTORA EM DIREITOS HUMANOS PELA UNIVERSIDADE DE SALAMANCA.

18:15H – DEBATES 

18:30H – LANÇAMENTO DE LIVROS

18:45H – CONFERÊNCIA DE ENCERRAMENTO: “LOS DESAFÍOS PARA LA PROTECCIÓN DE LOS DERECHOS HUMANOS Y LA REFORMA DEL SISTEMA INTERAMERICANO”. COMISSAO INTERAMERICANA DE DIREITOS HUMANOS: MARIO LOPEZ GARELLI.

19:30H – DEBATES

07/12 

08-12H – CURSO “PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PARA A EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS”. CELMA TAVARES – DOUTORA PELA UNIVERSIDADE DE SALAMANCA. VAGAS LIMITADAS: 15 PARTICIPANTES.

INSCRIÇOES: WWW.LAJUSA.UFPA.BR/ 
Inscriçoes para o Congresso do Lajusa Amazonia pelo site:http://www.lajusa.com.br/st/index.php/congresso-2013-justica-global

CONTATO: LAJUSA@UFPA.BR 
PALESTRAS E FÓRUNS: 40 HORAS DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES
INVESTIMENTO: 
DISCENTES: R$ 12,00
PROFISSIONAIS: R$ 22,00
CREDENCIAMENTO CONTÍNUO. CERTIFICADO COM 75% DE ASSISTÊNCIA.

ATUALIZAÇAO DA PROGRAMAÇAO PELO FACEBOOK: @LAJUSA

COORDENAÇAO CIENTÍFICA:
PAULA ARRUDA
COMISSÃO ORGANIZADORA
Letícia Donza
Gleice Kelley
Leiciane Madalena
João Taveira
Bianca Porto
Daiane Gasparetto
André Benassuly Arruda

CONVITE: "PSICOLOGIA SOCIAL E INSTITUCIONAL COM MARCELO FERRERI (UFS)"!

O Grupo Transversalizando convida-os para a palestra: "Psicologia Social e Institucional" com o professor Marcelo Ferreri (UFS)!

DATA: 13-12-2013
LOCAL: Auditório do ILC
HORÁRIO: 08H ÀS 12H00


quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Lançamento da Frente Paraense de Drogas e Direitos Humanos (22/11/13)!

O grupo Transversalizando convida-os para o Lançamento da Frente Paraense de Drogas e Direitos Humanos! 

Dia: 22 de novembro de 2013;

Local: OAB/Pará (Praça Barão do Rio Branco, 93 - Campina - Belém- PA)

Horário: 08h30

INSCRIÇÕES GRATUITAS NO DIA E LOCAL DO EVENTO!


domingo, 17 de novembro de 2013

Cronograma 2013 Atualizado!

O Grupo Transversalizando informa-os que por conta de atividades realizadas por nós, nosso cronograma sofreu algumas modificações, segue abaixo:

19/11 - A política da saúde no século XVIII. De Foucault. 

26/11 - Psiquiatrização da Ordem: neurociências, psiquiatria e direito. De Selete Oliveira.

03/12 - Biopolítica e judicialização das práticas de direitos: conselhos tutelares em análise. De Estela Scheinvar. 

10/12 - A arte de governar crianças. De Rizzini, Pilotti (último capítulo do livro, de Vogel). 

17/12 - Confraternização ( a combinar).

Lembrando que nos encontramos todas às terças-feiras, às  17h45 no Bloco C (Pavilhão Básico) de Psicologia da Universidade Federal do Pará! 


quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Transversalizando no Programa "UFPA Pesquisa" da Rádio Web UFPA!

Hoje (14-11), foi ao ar a Entrevista cedida pelo nosso Grupo na "Rádio Web UFPA", ao Programa "UFPA PESQUISA".  A Professora Dra. Flávia Cristina Silveira Lemos (Coordenadora do Grupo) contou um pouco de nossa história, apresentou algumas de nossas produções, ressaltando a interação da Universidade e organizações da sociedade civil para a produção e discussão de uma forma diferenciada de produzir conhecimento. Os membros do Grupo: Artur Couto, Mariane Bitencourt e Geise Gomes também participaram do programa. 

Confira a reprise do programa:
Dia: 14-11-13 (Quinta-feira) às 21h
Dia: 15-11-13 (SExta-Feira) às 15h
Dia: 17-11-13 (Domingo) às 10h